Memórias com Jazz. Bebedeiras de música. Jazz com letras. Orgias de palavras. Memórias de sentidos. Viagens com palavras. Bebedeiras. Viagens. Letras. Sentidos. Jazz
A bateria do portátil ainda dará para isto?Gosto imenso da voz da Peggy Lee (The Lady is a Tramp, Shangai, September, That Old Gang of Mine, e sobretudo I'm Confessin'. E cola-se maravilhosamente ao texto. Que remetendo para várias leituras e com várias referências, ainda se torna mais interessante.Bjo do deserto.
Que pergunta é essa, C?Sai lá do deserto homem.Bjo
De repente o comboio parava num apeadeiro mergulhado no arvoredo. E ali ficava. À espera nunca sabíamos bem de quê. Mas um perfume de aventura insinuava-se entre nós. E o silêncio descia lentamente sobre todos os passageiros. O sol, as árvores e arbustos, os pássaros, uma tranquilidade à espera de algo.Nada.Sem aviso punha-se em movimento. Depois, dava um apito breve, e tudo voltava ao normal... mas não exactamente como dantes.Foi esta a memória que o teu texto (lindo!) acordou em mim, Elisa.Para mim, o comboio é o mais romântico, aventureiro e poético de todos os meios de transporte.
Ruinisso somos iguais. Nos comboios. Reparei há pouco que no Pilar da Ponte de Tédio tenho uma série de posts que falam dos comboios. Acho que também foi uma herança que alguém me deixou.Obrigada pela partilha das tuas memórias.Bjo
Peggy Lee... outra voz do jazz que desconhecia (ainda não perdi "este comboio", pelos trilhos do jazz, embora mude frequentemente de estação... eheh)olha, lá vou ter que me apear por momentos, procurar o poema de Cesariny ;)margem
entretanto, dispersa eu, e muito despropositadamente, lembrei Cesariny noutras paragens sonoras (não-jazzísticas, se quiseres apaga...)"Than The Serpents In My Arms«Dorme, dorme meu meninodorme no mar dos sargaçosque mais vale o mar a pinoque as serpentes nos meus braços»-Mário CesarinyAnd when all life as you know it-failsall ghostlike lips taste just the-sameWhat better comfort can you findThan the serpents in my armsSleep, sleep now my childIn the sea of crystal TroubleFor better is the violent sighThan all that you leave behindIn your eyes a dark so subtleTells you walk, but never flyTo leave us all behind(...)"- Moonspellmargem
Obrigada margem.Pelos poemas e pelas músicas alternativas... ou as outras estações.
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7 comments:
A bateria do portátil ainda dará para isto?
Gosto imenso da voz da Peggy Lee (The Lady is a Tramp, Shangai, September, That Old Gang of Mine, e sobretudo I'm Confessin'. E cola-se maravilhosamente ao texto. Que remetendo para várias leituras e com várias referências, ainda se torna mais interessante.
Bjo do deserto.
Que pergunta é essa, C?
Sai lá do deserto homem.
Bjo
De repente o comboio parava num apeadeiro mergulhado no arvoredo. E ali ficava. À espera nunca sabíamos bem de quê. Mas um perfume de aventura insinuava-se entre nós. E o silêncio descia lentamente sobre todos os passageiros. O sol, as árvores e arbustos, os pássaros, uma tranquilidade à espera de algo.
Nada.
Sem aviso punha-se em movimento. Depois, dava um apito breve, e tudo voltava ao normal... mas não exactamente como dantes.
Foi esta a memória que o teu texto (lindo!) acordou em mim, Elisa.
Para mim, o comboio é o mais romântico, aventureiro e poético de todos os meios de transporte.
Rui
nisso somos iguais. Nos comboios. Reparei há pouco que no Pilar da Ponte de Tédio tenho uma série de posts que falam dos comboios. Acho que também foi uma herança que alguém me deixou.
Obrigada pela partilha das tuas memórias.
Bjo
Peggy Lee... outra voz do jazz que desconhecia (ainda não perdi "este comboio", pelos trilhos do jazz, embora mude frequentemente de estação... eheh)
olha, lá vou ter que me apear por momentos, procurar o poema de Cesariny ;)
margem
entretanto, dispersa eu, e muito despropositadamente, lembrei Cesariny noutras paragens sonoras (não-jazzísticas, se quiseres apaga...)
"Than The Serpents In My Arms
«Dorme, dorme meu menino
dorme no mar dos sargaços
que mais vale o mar a pino
que as serpentes nos meus braços»
-Mário Cesariny
And when all life as you know it
-fails
all ghostlike lips taste just the
-same
What better comfort can you find
Than the serpents in my arms
Sleep, sleep now my child
In the sea of crystal Trouble
For better is the violent sigh
Than all that you leave behind
In your eyes a dark so subtle
Tells you walk, but never fly
To leave us all behind
(...)"
- Moonspell
margem
Obrigada margem.
Pelos poemas e pelas músicas alternativas... ou as outras estações.
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