Memórias com Jazz. Bebedeiras de música. Jazz com letras. Orgias de palavras. Memórias de sentidos. Viagens com palavras. Bebedeiras. Viagens. Letras. Sentidos. Jazz
a beleza é mesmo intemporal....e generosa.
Muito bom E., Muito bom. à margem: Os gregos e os romanos referiam-se a 'orphanós' no sentido de 'privado de', referindo-se tanto a filhos que perdem os pais, como a pais que perdem os filhos, bem como às pessoas que não têm filhos. Esses segundo e terceiro sentidos perderam-se, infelizmente, o que traduz a não relevância da sociedade por isto, infelizmente. Isto é completamente à margem, pelo teu parêntesis (já não)! e daria um post.
É, não é, JOS? Muito bom!E as representações da paternidade e da parentalidade tradicionais caem de pantanas. Isto a questão dos atributos dava pano para mangas...Bom dia, E.
Eu amo (amor sim, é amor) esta pessoa pequenina, desde o dia em que nasceu. Esta pessoa ainda é pequenina... mas cresceu. Cresce comigo e cresce-me a mim. É filho de uma pessoa que nasceu com um intervalo de horas, no mesmo ano, na mesma maternidade que eu. Aposto que piscámos o olho uma à outra nesse dia em que nos cruzámos. Pequeninas. Como quem diz - até logo. Esse até logo concretizou-se 18 anos depois. Foi há 20 anos. Gostei de G. antes dele nascer porque era o filho dela. Agora gosto dele por ser ele. Podia não ter acontecido isto. Mas foi isto que aconteceu e acontece. O já não... o já não... não me sinto privada de filhos. Racionalmente nunca os quis ter. Quando, ocasionalmente, os desejei, as circunstâncias impuseram-se. o parentesis talvez signifique que posso ainda desejar tê-los e tê-los, de facto. Mas racionalmente... ainda não.
E. ....................:)
Ique grande sorriso. A que se deve? Hum? Quer dizer, sabe bem...
Cada vez que encontro o Pat Metheny, lembro-me de um concerto de memória, onde estive:No CAE da Figueira da Foz, ele e Charlie Haden... O Haden que disse assim:"As long as there are musicians who have a passion for spontaneity, for creating something that's never been before, the art form of jazz will flourish." E eles são assim, ambos...Este teu texto Elisa, tem a musicalidade do tema Spiritual, dos mesmos, do trabalho "Beyond The Missouri Sky"...E tem(-te) Elisa como sempre esperei.Obrigada por te seres também assim.
Apenas para cumprimentar e parabenizar por este belíssimo blogue. A partir de hoje, direitinho para os 'Favoritos'. Tremendo bom gosto...
O 'anônimo' acima, das 10:38PM, assina: paulo fogg.
Sandratambém me sou assim. Entre outras coisas, como sabes, tal como tu. E tens razão... os comentários não estão a funcionar como deve ser. Só posso deixar como 'anónimo'. Mas sou eu.Elisa
Paulo... a (fogg)y day in London town (prefiro a versão da Billie Holiday)Muito obrigada. Volte.Elisa (forçadamente e sob protesto, anónima)
Bolas.Foi mesmo a Foggy Day in London Town :-(
Foi... :((
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13 comments:
a beleza é mesmo intemporal....e generosa.
Muito bom E., Muito bom.
à margem: Os gregos e os romanos referiam-se a 'orphanós' no sentido de 'privado de', referindo-se tanto a filhos que perdem os pais, como a pais que perdem os filhos, bem como às pessoas que não têm filhos. Esses segundo e terceiro sentidos perderam-se, infelizmente, o que traduz a não relevância da sociedade por isto, infelizmente.
Isto é completamente à margem, pelo teu parêntesis (já não)! e daria um post.
É, não é, JOS? Muito bom!
E as representações da paternidade e da parentalidade tradicionais caem de pantanas. Isto a questão dos atributos dava pano para mangas...
Bom dia, E.
Eu amo (amor sim, é amor) esta pessoa pequenina, desde o dia em que nasceu. Esta pessoa ainda é pequenina... mas cresceu. Cresce comigo e cresce-me a mim. É filho de uma pessoa que nasceu com um intervalo de horas, no mesmo ano, na mesma maternidade que eu. Aposto que piscámos o olho uma à outra nesse dia em que nos cruzámos. Pequeninas. Como quem diz - até logo. Esse até logo concretizou-se 18 anos depois. Foi há 20 anos. Gostei de G. antes dele nascer porque era o filho dela. Agora gosto dele por ser ele. Podia não ter acontecido isto. Mas foi isto que aconteceu e acontece.
O já não... o já não... não me sinto privada de filhos. Racionalmente nunca os quis ter. Quando, ocasionalmente, os desejei, as circunstâncias impuseram-se. o parentesis talvez signifique que posso ainda desejar tê-los e tê-los, de facto. Mas racionalmente... ainda não.
E. ....................:)
I
que grande sorriso. A que se deve? Hum? Quer dizer, sabe bem...
Cada vez que encontro o Pat Metheny, lembro-me de um concerto de memória, onde estive:
No CAE da Figueira da Foz, ele e Charlie Haden...
O Haden que disse assim:
"As long as there are musicians who have a passion for spontaneity, for creating something that's never been before, the art form of jazz will flourish."
E eles são assim, ambos...
Este teu texto Elisa, tem a musicalidade do tema Spiritual, dos mesmos, do trabalho "Beyond The Missouri Sky"...
E tem(-te) Elisa como sempre esperei.
Obrigada por te seres também assim.
Apenas para cumprimentar e parabenizar por este belíssimo blogue. A partir de hoje, direitinho para os 'Favoritos'. Tremendo bom gosto...
O 'anônimo' acima, das 10:38PM, assina: paulo fogg.
Sandra
também me sou assim. Entre outras coisas, como sabes, tal como tu. E tens razão... os comentários não estão a funcionar como deve ser. Só posso deixar como 'anónimo'. Mas sou eu.
Elisa
Paulo... a (fogg)y day in London town (prefiro a versão da Billie Holiday)
Muito obrigada. Volte.
Elisa (forçadamente e sob protesto, anónima)
Bolas.
Foi mesmo a Foggy Day in London Town :-(
Foi... :((
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