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Não me digam que não há pessoas que vivem em solidão porque construíram pontes em torno de si mesmas, ao invés de pontes que as ligassem aos outros :)
Sim, Blah. Há seguramente essas pessoas. Talvez eu seja uma delas. Ou talvez as pessoas que tenho encontrado ultimamente sejam assim. Honestamente ainda não percebi. E honestamente interessa-me cada vez menos. E honestamente ainda não percebi se sou mais ou menos feliz de um modo. Ou de outro. Sabes que mais? Whatever.
(não sei, não sei da 'felicidade' ou 'infelicidade', apenas dos 'momentos felizes' e dos 'momentos infelizes'. os absolutos parecem-me sempre tão absolutamente... conceptuais. posso estar errada, porém.)(sim, pessoas há que constroem, não diria pontes, mas muros em torno de si mesmas. talvez por medo, ou defesa, ou timidez, ou arrogância, ou insegurança, ou por ser de sua natureza, ou por se terem cansado de embaterem contra demasiados muros do lado de lá, ou porque ninguém nunca as ensinou a construir pontes, ou... , depois, não sei, olhar dentro & sentir o 'timing' & (re)pensar caminhos. ou não.)(sim, as dualidades da natureza humana, física, vida, mundo, universo... gosto muito desse «Sol invictus, Elisa!)
margemAcho que tens razão. Demasiada abstracção nesses conceitos absolutos. E tens razão quando dizes que há essa infinidade de modos que as pessoas encontram para sobreviver ou viver melhor. Além das dualidades... a diversidade de coisas é que me parece importante... e depois talvez seja próprio da condição humana estas hesitações e contradições e talvez não fossemos tão interessantes se assim não fossemos.Bjo
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4 comments:
Não me digam que não há pessoas que vivem em solidão porque construíram pontes em torno de si mesmas, ao invés de pontes que as ligassem aos outros :)
Sim, Blah. Há seguramente essas pessoas. Talvez eu seja uma delas. Ou talvez as pessoas que tenho encontrado ultimamente sejam assim. Honestamente ainda não percebi. E honestamente interessa-me cada vez menos. E honestamente ainda não percebi se sou mais ou menos feliz de um modo. Ou de outro. Sabes que mais? Whatever.
(não sei, não sei da 'felicidade' ou 'infelicidade', apenas dos 'momentos felizes' e dos 'momentos infelizes'. os absolutos parecem-me sempre tão absolutamente... conceptuais. posso estar errada, porém.)
(sim, pessoas há que constroem, não diria pontes, mas muros em torno de si mesmas. talvez por medo, ou defesa, ou timidez, ou arrogância, ou insegurança, ou por ser de sua natureza, ou por se terem cansado de embaterem contra demasiados muros do lado de lá, ou porque ninguém nunca as ensinou a construir pontes, ou... , depois, não sei, olhar dentro & sentir o 'timing' & (re)pensar caminhos. ou não.)
(sim, as dualidades da natureza humana, física, vida, mundo, universo... gosto muito desse «Sol invictus, Elisa!)
margem
Acho que tens razão. Demasiada abstracção nesses conceitos absolutos.
E tens razão quando dizes que há essa infinidade de modos que as pessoas encontram para sobreviver ou viver melhor.
Além das dualidades... a diversidade de coisas é que me parece importante... e depois talvez seja próprio da condição humana estas hesitações e contradições e talvez não fossemos tão interessantes se assim não fossemos.
Bjo
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