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Pois é ELisa, mas assim não teria muita graça, não é verdade? Se o segredo "disto" está em dar e em receber e se abdicamos dessas duas vertentes, o que nos resta? Deixar lentamente o tempo passar?
Tenho horror a ser aborrecido e por isso confundo-me com a paisagem. Ainda acompanhado pelo pavor de, se derem por mim, não conseguir estar à altura! Resultado: mesmo quando não, acabo assim por viver sempre num mundo hostil...
Ao acaso e com admiração pela Elisa, aqui vai, dizendo algo:BocólicaHoje meu coração é como um boi manso, em decalcomania sobre a paisagem.Pelo vício, talvez, rumina o capim duma esperança há poucas horas extinta e que lhe cai da boca em pingos de tinta- verde a princípio, quase branca no fim.A antiga agilidade estroina e selvagem morreu: parado assim, no esquema rural,ele parece à espera só de um sinalque o devolva às origens do seu descanso.Geir Campos (Rosa dos Rumos)
Bucólica, aliás :)
E, acima de tudo, "do no evil".
Saudações.Venho convidar O Bebedeiras e os seus leitores a fazerem uma visita ao meu blog.http://rbs1.blogspot.comJá adicionei O Bebedeiras á minha lista de "Blogs da Concorrência", se gostares do meu blog, poe um link do teu para o meu.Vivam as bebedeiras, desde que haja moderação, claro!Abraço!
invisível [2 x]__D.
«Ser invisível»,por força do medoda inépcia do desertoda inabitabilidade.
margem :)Estou a dever-te um coup de fil. Esta vida anda complicada. Desculpa-me. Vou corrigir o invisível.
RBSjá visitei e linkarei com certeza. Muito Obrigada
Mente Inquieta. Deixar o tempo passar não pode ser assim tão mau. O segredo talvez seja esse. Ser invisível.
Obrigada D.
Obrigada Ester.
Isso, Carlos, Do No Evil.
Ruipartilhamos esse pavor. De sermos aborrecidos. Eu tenho também o pavor de aborrecer. Obrigada pela visita.
Sozinha no meio da multidão? Não incomodar ninguem? Elisa, afaste essa nuvem cinzenta que o Inverno está quase a acabar e a seguir virá outra Primavera :)Que aconteceu ao Pilar??
BlahOra sê bem aparecida. Já me perguntei que seria feito de ti. O Pilar ruiu em Outubro. Por falta de tédio. Fica só o Bebedeiras de Jazz. Pelo menos esse, o Jazz, há sempre.
De facto você tem uma sensibilidade unica para se expressar. Parabens
Obrigada Luís.
Hoje era um bom dia para disponibilizares uma canção deprimente. Ou, se calhar, o melhor é mesmo ficarmos quietinhos, numa espécie de retiro espiritual.
Não é só o Bebedeiras!Mas qual? Não tocar em ninguém. Essa coisa meia sonsa meia 'asas do desejo' parecem-me muito desmarcadas (tirar as marcas).Acho que o que nos vai faltando é o que Espanha apregoa!Precisamos mais de nos marcarmos, todos, uns e outros e muito!Tenho dito!(tenho dias assim)
CarlosTambém pensei nisso... mas deprimente por deprimente já basta o som da voz do senhor. Que hoje foi constante. Pensei melhor... resolvi ser magnânima :-). Daqui a pouco.
JoãoHá dias assim... pois, de facto. Como o dia em que escrevi o 'post'. Não queria ser marcada por mais nada. Nem por mais ninguém, além do estritamente necessário. Estou (ainda estou) cansada de marcas. Tenho dito, também. E o meu dizer é tão legítimo como o teu.
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23 comments:
Pois é ELisa, mas assim não teria muita graça, não é verdade? Se o segredo "disto" está em dar e em receber e se abdicamos dessas duas vertentes, o que nos resta? Deixar lentamente o tempo passar?
Tenho horror a ser aborrecido e por isso confundo-me com a paisagem. Ainda acompanhado pelo pavor de, se derem por mim, não conseguir estar à altura! Resultado: mesmo quando não, acabo assim por viver sempre num mundo hostil...
Ao acaso e com admiração pela Elisa, aqui vai, dizendo algo:
Bocólica
Hoje meu coração é como um boi manso,
em decalcomania sobre a paisagem.
Pelo vício, talvez, rumina o capim
duma esperança há poucas horas extinta
e que lhe cai da boca em pingos de tinta
- verde a princípio, quase branca no fim.
A antiga agilidade estroina e selvagem
morreu: parado assim, no esquema rural,
ele parece à espera só de um sinal
que o devolva às origens do seu descanso.
Geir Campos (Rosa dos Rumos)
Bucólica, aliás :)
E, acima de tudo, "do no evil".
Saudações.
Venho convidar O Bebedeiras e os seus leitores a fazerem uma visita ao meu blog.
http://rbs1.blogspot.com
Já adicionei O Bebedeiras á minha lista de "Blogs da Concorrência", se gostares do meu blog, poe um link do teu para o meu.
Vivam as bebedeiras, desde que haja moderação, claro!
Abraço!
invisível [2 x]
__
D.
«Ser invisível»,
por força do medo
da inépcia do deserto
da inabitabilidade.
margem :)
Estou a dever-te um coup de fil. Esta vida anda complicada. Desculpa-me. Vou corrigir o invisível.
RBS
já visitei e linkarei com certeza.
Muito Obrigada
Mente Inquieta. Deixar o tempo passar não pode ser assim tão mau. O segredo talvez seja esse. Ser invisível.
Obrigada D.
Obrigada Ester.
Isso, Carlos, Do No Evil.
Rui
partilhamos esse pavor. De sermos aborrecidos. Eu tenho também o pavor de aborrecer. Obrigada pela visita.
Sozinha no meio da multidão?
Não incomodar ninguem? Elisa, afaste essa nuvem cinzenta que o Inverno está quase a acabar e a seguir virá outra Primavera :)
Que aconteceu ao Pilar??
Blah
Ora sê bem aparecida. Já me perguntei que seria feito de ti. O Pilar ruiu em Outubro. Por falta de tédio. Fica só o Bebedeiras de Jazz. Pelo menos esse, o Jazz, há sempre.
De facto você tem uma sensibilidade unica para se expressar. Parabens
Obrigada Luís.
Hoje era um bom dia para disponibilizares uma canção deprimente. Ou, se calhar, o melhor é mesmo ficarmos quietinhos, numa espécie de retiro espiritual.
Não é só o Bebedeiras!
Mas qual? Não tocar em ninguém. Essa coisa meia sonsa meia 'asas do desejo' parecem-me muito desmarcadas (tirar as marcas).
Acho que o que nos vai faltando é o que Espanha apregoa!
Precisamos mais de nos marcarmos, todos, uns e outros e muito!
Tenho dito!
(tenho dias assim)
Carlos
Também pensei nisso... mas deprimente por deprimente já basta o som da voz do senhor. Que hoje foi constante.
Pensei melhor... resolvi ser magnânima :-). Daqui a pouco.
João
Há dias assim... pois, de facto. Como o dia em que escrevi o 'post'.
Não queria ser marcada por mais nada. Nem por mais ninguém, além do estritamente necessário. Estou (ainda estou) cansada de marcas. Tenho dito, também. E o meu dizer é tão legítimo como o teu.
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