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hola de chile te escribo , no hablo protugues , pero es muy parecido, muy buena pintura y buen escrito, y una acotacion, el internet es una ventana , en la que todos queremos mirar, en gral los portugueses , no permiten leer sus blogs de arte. extraños
Hola que tal?Si el castellano es muy parecido al portugués. Los portugueses no permiten leer sus blogs?? Es una surpresa para mi lo que dices.Gracias por la visita.
não gostaria de ser durante séculos... lolmas o texto afirma essencialmente o quão portentosas são as árvores, é verdade, sim, é verdade que, perante elas, «reconhecemos o quão pequenos somos. E fugazes. As árvores não.»
Mariasim, ser durante séculos seria demasiado. Mas as árvores exigem a nossa reverência porque são durante séculos. Devem saber coisas que nós nem sonhamos.
Jamal, Mondrian, as árvores, Ramos Rosa......este "post" é o equilibrio absoluto...sublime inspiração, Elisa...
Windtalkerque bom ver-te a passar por aqui :)
Ol� Elisa,H� tanto tempo que por aqui n�o passava! E que saudades!... das tuas palavras, da brilhante m�sica que sempre as acompanha. Talvez por isso, o texto da �rvore deixou-me comovida. N�o podemos (n�o devemos) deixar envelhecer os troncos e os ramos das �rvores que amamos sem o acompanhamento que a amizade propicia (ainda que os sentimentos l� estejam, intactos). A aus�ncia de contacto cria, inevitavelmente, dificuldades acrescidades em reatar o verbo f�cil, o sorriso c�mplice, a piscadela de olho. Por vezes, quando queremos voltar a faz�-lo, � tarde. E �s vezes � t�o tarde que j� nem chorar conseguimos...Beijos com carinho.
Mariaum beijo igualmente carinhoso.
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8 comments:
hola de chile te escribo , no hablo protugues , pero es muy parecido, muy buena pintura y buen escrito, y una acotacion, el internet es una ventana , en la que todos queremos mirar, en gral los portugueses , no permiten leer sus blogs de arte. extraños
Hola
que tal?
Si el castellano es muy parecido al portugués.
Los portugueses no permiten leer sus blogs?? Es una surpresa para mi lo que dices.
Gracias por la visita.
não gostaria de ser durante séculos... lol
mas o texto afirma essencialmente o quão portentosas são as árvores, é verdade, sim, é verdade que, perante elas, «reconhecemos o quão pequenos somos. E fugazes. As árvores não.»
Maria
sim, ser durante séculos seria demasiado. Mas as árvores exigem a nossa reverência porque são durante séculos. Devem saber coisas que nós nem sonhamos.
Jamal, Mondrian, as árvores, Ramos Rosa...
...este "post" é o equilibrio absoluto...
sublime inspiração, Elisa...
Windtalker
que bom ver-te a passar por aqui :)
Ol� Elisa,
H� tanto tempo que por aqui n�o passava! E que saudades!... das tuas palavras, da brilhante m�sica que sempre as acompanha. Talvez por isso, o texto da �rvore deixou-me comovida. N�o podemos (n�o devemos) deixar envelhecer os troncos e os ramos das �rvores que amamos sem o acompanhamento que a amizade propicia (ainda que os sentimentos l� estejam, intactos). A aus�ncia de contacto cria, inevitavelmente, dificuldades acrescidades em reatar o verbo f�cil, o sorriso c�mplice, a piscadela de olho. Por vezes, quando queremos voltar a faz�-lo, � tarde. E �s vezes � t�o tarde que j� nem chorar conseguimos...
Beijos com carinho.
Maria
um beijo igualmente carinhoso.
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