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9/12/2007
Lisbon*
Maluda - Telhados de Lisboa
Podia ter nascido em mil lugares. Mas não. Sou deste. E comove-me. Podia ter nascido em mil lugares. E deles seria. Comovida.
ah, Lisboa!... topa-me esta letra do Pedro Ayres Magalhães (Madredeus) a propósito do teu post:
Lisboa tem histórias de reis, De mares e de selvas Lisboa tem histórias de hotéis, De espiões e de guerras Lisboa tem lendas de heróis, Princesas, donzelas Lisboa tem lendas do cais, Do fado e navalhas;
Lisboa tem a tradição, Dos bairros antigos Vinho e sardinhas no verão à beira do rio Lisboa tem os rés-do-chão E as altas mansardas E há que descer e subir Por estreitas escadas
Adoro Lisboa, Eu quero-lhe bem, Gosto de ver as gaivotas nos céus de Belém.
Adoro Lisboa, E as histórias que tem E sei que há muita gente Que adora também
:-) Alexandre... e aquele poema do Eugénio de Andrade que há muitos anos os Trovante musicaram... que começa assim... «alguém diz com lentidão lisboa sabes, eu sei...» e o do Joaquim Pessoa... «chamar-te a ti Lisboa, camarada e depois eu sei lá enlouquecer...»? Lisboa presta-se a estas declarações de amor.
Minhas leituras dos autores portugueses estão defasadas. Não conheço os autores contemporâneos. Ainda estou a ler Fernando Pessoa, que revisita Lisboa de modo visceral. Um dia, quiçá, farei um longo passeio por suas ruas centenárias e, depois, sentarei em uma Tabacaria para, entre um café, uma boa taça de vinho e um cigarro (esse filho bastardo),para apreciar as nuances do seu povo no ir e vir diário.
ah, Lisboa!... topa-me esta letra do Pedro Ayres Magalhães (Madredeus) a propósito do teu post:
ReplyDeleteLisboa tem histórias de reis,
De mares e de selvas
Lisboa tem histórias de hotéis,
De espiões e de guerras
Lisboa tem lendas de heróis,
Princesas, donzelas
Lisboa tem lendas do cais,
Do fado e navalhas;
Lisboa tem a tradição,
Dos bairros antigos
Vinho e sardinhas no verão
à beira do rio
Lisboa tem os rés-do-chão
E as altas mansardas
E há que descer e subir
Por estreitas escadas
Adoro Lisboa,
Eu quero-lhe bem,
Gosto de ver as gaivotas nos céus de Belém.
Adoro Lisboa,
E as histórias que tem
E sei que há muita gente
Que adora também
:-)
:-) Alexandre... e aquele poema do Eugénio de Andrade que há muitos anos os Trovante musicaram... que começa assim...
ReplyDelete«alguém diz com lentidão
lisboa sabes, eu sei...»
e o do Joaquim Pessoa... «chamar-te a ti Lisboa, camarada e depois eu sei lá enlouquecer...»?
Lisboa presta-se a estas declarações de amor.
Muito muito bonito, tudo no e do post. Obrigada, IO.
ReplyDeleteObrigada IO. Mas é bonito por ser de Lisboa ;-)
ReplyDeleteaté Maluda a pintou tão bem, mesmo não sendo de Lisboa..
ReplyDelete:)
Exactamente CS.
ReplyDeleteQue post bonito!
ReplyDeleteObrigada Cometa. :-) que nome bonito!
ReplyDeleteé bem verdade.
ReplyDeletemaria :)
ReplyDeleteVim "cair" aqui por acaso. E que belo cantinho de Jazz com que me deparei!!! :)))
ReplyDeleteBelíssimo!
Beijinho para ti.
Obrigada Shelyac... cai aqui sempre que te apeteça.
ReplyDeleteBj
Minhas leituras dos autores portugueses estão defasadas. Não conheço os autores contemporâneos. Ainda estou a ler Fernando Pessoa, que revisita Lisboa de modo visceral.
ReplyDeleteUm dia, quiçá, farei um longo passeio por suas ruas centenárias e, depois, sentarei em uma Tabacaria para, entre um café, uma boa taça de vinho e um cigarro (esse filho bastardo),para apreciar as nuances do seu povo no ir e vir diário.
Salsa... estão um bocadinho desfasadas essas leituras sim... mas isso resolve-se e de qualquer maneira, Pessoa não tem época, não é?
ReplyDeletebeijinhos
faz tempo que não te vejo na esplanada...
ReplyDeleteé verdade Joaquim. Temos que combinar um cafézinho num destes fins de semana. Eu gosto tanto dessa esplanada.
ReplyDeleteBeijinhos