
Jackson Pollock - Convergence
O resto é sempre muito. Demasiado. Parecido. Quase sempre. E chorar. Limpa. Ou. Apenas. Suja mais. Pensamo-nos diferentes. Demasiado. Mas pouco há que nos distinga. O resto. É mesmo. O mesmo. Demasiado igual. Até o choro que nos limpa. Até o choro que nos suja. Aquilo que separa as pessoas é. Exactamente. O que as torna iguais. O que nos limpa. O que nos suja. Por vezes é. Exactamente. O mesmo. São as grandes crateras. As quedas dos pequenos meteoritos. Os movimentos. Tão pequenos. Da terra. São os desertos que nos crescem. Dentro. Esses grandes vazios. Impossíveis de cruzar.
* Thelonious Monk Quartet & John Coltrane (4:41) in 'Thelonious Monk Quartet with John Coltrane at Carnegie Hall'
Olá Elisa,
ReplyDeleteFantástica esta tua imagem dos desertos que nos crescem dentro. Dos vazios criados, impossíveis de preencher.Sempre.
Beijo.
Viva maria
ReplyDeleteOlha que bom ver-te aqui... já consegues entrar. Problema resolvido.
Assim fosse fácil resolver o outro, o desses desertos impossíveis de cruzar. Mas o deserto é bonito. Mesmo o que nunca cruzaremos, não achas?
Um beijo
há outra maneira?
ReplyDeletecruzam-se, às vezes, sem darmos por isso. :)
ReplyDeletecj
ReplyDeleteparece que não. E?
:-) Carla sim... sem darmos por isso. Já te dei os parabéns? Dou outra vez: Parabéns!!
ReplyDeleteBeijo
e...ainda bem.
ReplyDeletecj... isso já não sei... se ainda bem...
ReplyDelete